Clientes corporativos anonimizados. Dois projetos foram executados sob contrato
de consultoria para clientes do setor financeiro. Nome, marca e produto foram substituídos
por descrição de segmento.
Unit economics internos desses clientes — margem por bandeira, float, receita por
transação — ficaram de fora por serem material sob contrato. O que aparece é dado
regulatório público e escopo do próprio trabalho.
Nas capturas desses dois projetos, o identificador do cliente foi substituído pela
mesma descrição de segmento usada no texto, aplicada antes do disparo da captura. A tela
é a do sistema real; o que saiu foi o nome sob contrato.
Números são medidos, não estimados. Toda métrica veio de contagem direta no
repositório, de registro de contexto do projeto ou de fonte regulatória pública. Onde não
havia medição, o campo simplesmente não existe — nada foi arredondado para cima.
"Em produção" marca o que foi construído e implantado; "em andamento" e "concepção" marcam o que ainda está em construção. O estágio de cada sistema está descrito na própria entrada.
Grandeza é peso, não cronologia. A ordenação combina três eixos: densidade
regulatória, complexidade de arquitetura e alcance real de operação. O medidor de cinco
lacres em cada entrada resume esse peso.
Um sistema bloqueado pode pesar mais que um concluído — o escalão mede o que a
construção exigiu, não o estágio em que parou.
Captura e diagrama não se misturam. As 69 imagens de tela são capturas reais dos
sistemas rodando — nenhuma é mockup, render ou arte de apresentação. Dezenove projetos as têm;
os demais são infraestrutura que não tem tela própria.
Para esses, o painel traz um diagrama da topologia registrada, rotulado como
representação. A distinção fica visível: quem tem tela mostra miniatura na linha, quem tem
diagrama não mostra.